Cálculo do subsídio de desemprego

cálculo do subsídio de desemprego

Como calcular o subsídio social de desemprego?

O montante diário do subsídio social de desemprego a atribuir é igual à remuneração de referência líquida, calculada com base na remuneração de referência, que é definida por: R = total das remunerações registadas desde o início do período de referência até ao dia que antecede o desemprego

Quando é pago o subsídio de desemprego?

O subsídio de desemprego é pago a partir: Da data em que o beneficiário requer o subsídio Do dia 1 do mês seguinte àquele em que foi comunicada ao beneficiário a declaração de aptidão para o trabalho, no caso de ex-pensionista de invalidez.

Como calcular o valor e duração do seu subsidio de desemprego?

Para que consiga simular corretamente o valor e duração do seu subsidio de desemprego deve ter na sua posse as seguintes informações: Situação do agregado familiar e número de dependentes. Com estas informações vai conseguir saber o valor do Subsídio de Desemprego que vai receber, bem como a duração da totalidade do subsídio.

Qual o limite máximo do subsídio de desemprego?

O montante do subsídio de desemprego a receber tem como limite máximo, o valor da pensão de invalidez. Ou seja, se o subsídio ultrapassar o valor da pensão de invalidez que recebia antes, passa a receber apenas a pensão. Durante quanto tempo se recebe?

O que é o subsídio social de desemprego?

O subsídio social de desemprego destina-se a desempregados que não reúnam as condições para receber o subsídio de desemprego normal ou que esgotaram o prazo de atribuição desta prestação e possuam rendimentos baixos. Enquadra-se em alguma destas situações? Se sim, este artigo interessa-lhe.

Como saber o valor do subsídio de desemprego?

Situação do agregado familiar e número de dependentes. Com estas informações vai conseguir saber o valor do Subsídio de Desemprego que vai receber, bem como a duração da totalidade do subsídio. Como e onde pedir Subsídio de Desemprego? O Subsidio de Desemprego é pedido no centro de emprego, num prazo de 90 dias contínuos, após a data de desemprego.

Qual o período de concessão do subsídio social de desemprego inicial?

O período de concessão do subsídio social de desemprego inicial, independentemente da idade ou da carreira contributiva do trabalhador, corresponde a: 90 dias, nos casos em que o prazo de garantia é 90 dias 60 dias, nos casos em que o prazo de garantia é 60 dias.

Quais são os limites do subsídio de desemprego?

Mas existem limites. Assim, por um lado, o valor mensal do subsídio de desemprego não pode ser inferior ao valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), que, em 2022, é de 443,2 euros, exceto se o valor líquido da remuneração de referência for inferior a este limite mínimo.

Qual o valor do subsídio de desemprego?

Qual o valor do subsídio de desemprego? O montante a receber também depende de caso para caso, porque o cálculo tem por base a remuneração do trabalhador. Ainda assim, estão definidos tetos mínimos e máximos.

Qual o período de concessão do subsídio de desemprego?

O período de concessão do subsídio de desemprego pode atingir 900 dias. Para usufruir deste tempo máximo basta ter mais de 45 anos de idade e ter atingido mais de 72 meses de contribuições para a Segurança Social a 31 de março de 2012. A este período somam-se 60 dias por cada cinco anos com registo de remunerações nos últimos 20 anos.

Como calcular o salário de um desempregado?

Para esse efeito, somam-se todas as remunerações brutas declaradas nos primeiros 12 meses dos últimos 14 meses, a contar do mês anterior ao da data do desemprego. Por exemplo, se ficou desempregado a 7 de janeiro de 2022, deve somar as remunerações de 1 de novembro de 2020 a 31 de outubro de 2021.

Quais são os direitos do titular do subsídio de desemprego?

O titular do subsídio de desemprego tem igualmente direito à majoração de 10%, quando o seu cônjuge ou pessoa que com ele viva em união de facto, se encontre em situação de desemprego não subsidiado e tenham filhos ou equiparados a cargo. Os beneficiários casados, ou unidos de facto, têm direito, cada um deles, à majoração de 10%.

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